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Tempo, tempo, tempo. Não acreditem nos relógios.

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Li uma vez num livro de Castañeda, um daqueles que fizeram a cabeça de muitas pessoas nos anos 70 e que por uma razão desconhecida foram "substituídos" pelos livros do Paulo Coelho, que assumidamente tirou tudo ou quase do Castañeda e acabou muito mais conhecido que seu mentor. Paulo Coelho fez como o Google que chegou depois e acabou com o "Altavista", o "Yahoo" e qualquer outro site de buscas. Mas o que lí no Castañeda dizia alguma coisa como: "Não importa quem são os vencidos ou os vencedores, o que conta é que o tempo passa muito rápido para ambos". Realmente, Alexandre da Macedônia ou Diógenes, ou um escravo de Alexandre, hoje em dia para nós, vem a ser a mesma coisa. O tempo consegue ser super lento, quase parado e ao mesmo tempo disparado, a jato. Passei muitos dias de minha infância entediado, esperando alguma coisa, e hoje parece que meus 8 anos foram ontem ou até mesmo são hoje. O que valem os dias, as horas, os segundos para quem está, fora por exemplo, fora do sistema solar? O que vale o sol, a Terra, os planetas, as Galáxias, os buracos negros e o Universo? O tempo não é o mesmo para todas as pessoas, para todos os lugares, o tempo todo. Existe a dilatação do tempo, a volta do tempo, os anos luz e o infinito, que não tem tempo. Quanto tempo leva para a gente contar de zero ao infinito? Enfim, os relógios são mentirosos, e quanto mais perfeitos mais mentem pra gente. Relógios pretendem contar o que não dá pra contar, limitam o que não tem limite. Relógios colocados dentro de satélites em órbita não seguem o tempo dos relógios parados na terra. O mesmo relógio num satélite em movimento, roda mais devagar e quando volta para terra está atrasado em relação aos seus companheiros relógios que ficaram na Terra.

 

Enfim, faz tempo que o Gregorio veio de fora e me trouxe umas pessoas pequenininhas, para eu usar em algum trabalho. As pessoas ficaram guardadas bastante tempo, até que veio o forno de cerâmica. Depois do forno vieram as pinturas e então descobri uns pratos furados, feitos para pintar e encaixar um relógio no buraco. Assim veio a idéia de fazer um relógio da Relatividade. Pessoas soltas no infinito, umas paradas, outras girando, cada qual ao seu tempo, se encontram e se desencontram e se encontram de novo.  Veio então a série "Relógios":  o relógio "Recherche du Temps Perdu" e em breve o Relógio "O Eterno Retorno".

 

 

 

 

 

 

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